Mapeamento colaborativo; o sucesso do PokemonGo

Mapeamento colaborativo; o sucesso do PokemonGo

O primeiro sistema de mapeamento colaborativo que tive contato foi o OpenStreetMap. Nunca cheguei a atuar diretamente com o projeto, pois ainda resistia à telefonia móvel por motivos de privacidade. Há pouco mais de dois anos me rendi à comodidade do 4G tendo a plena consciência de que, a partir de então, entraria para a base de bilhões de pessoas cujos dados são comercializados por corporações transnacionais de tecnologia.

Tendo em vista que meus dados pessoais já estariam no mercado da big data e, eventualmente, nos bancos de vigilância, porque não aproveitar e me divertir? Afinal de contas “if I can’t dance, that is not my revolution“.

Há pouco mais de um ano, um amigo de BH me mostrou o Ingress, jogo de geolocalização da Niantic Labs, uma startup que surgiu dentro do Google (aquela empresa em que as funcionárias tem 30% do tempo de trabalho “livres” para tocarem outros projetos). Hoje a Niantic está mundialmente famosa devido ao PokemonGo.

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Testes para o design de interação

Sumário

A área de Interação Humano Máquina (IHC) se expandiu exponencialmente ao longo dos últimos anos. Os estudos, em sua maior parte, multidisciplinares, apontam para novas possibilidades de estilos de interação. Neste contexto, o presente artigo aborda e compara métodos de avaliação de interação que englobam tanto os métodos de análise de usabilidade como também de comunicabilidade.

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Usabilidade no desenvolvimento ágil

Outro sábado comentaram que se vê por aí poucos artigos sobre usabilidade e desenvolvimento ágil. Foi aí que me lembrei que havia escrito justamente sobre o tema no trabalho final da disciplina de usabilidade, do Caio. Fiz uns ajustes que ele havia recomendado e publico abaixo o artigo no aguardo de comentários.

Sumário

Desde o lançamento do Manifesto Ágil, em 2001, os tradicionais processos de desenvolvimento de software vêem modificando-se e adaptando-se às necessidades do mercado e das empresas visando produtos de qualidade e retorno dos investimentos. Aliado a este cenário, o design de interação desponta com metas de usabilidade e experiência do usuário que buscam satisfação das pessoas por meio de programas feitos com design centrado na humanidade. Neste contexto, ressaltamos as interceções do método ágil de desenvolvimento de software e o design de interação, analisamos como o design de interação pode aumentar o retorno de investimentos em projetos de software com métodos ágeis a partir da revisão da literatura e concluímos apontando algumas práticas que podem ser incorporadas pelas empresas de pequeno e médio porte.

Palavras chave: usabilidade, retorno do investimento, metodologias ágeis, design de interação, design centrado no usuário

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