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Antropologia Contemporânea

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Antropologia contemporânea

A ficção científica é a metafísica popular do nosso tempo, nossa nova mitologia.
Eduardo Viveiros de Castro

Amanhã é o dia de inscrições para disciplinas isoladas da pós graduação da UFMG. Diferentemente dos dois últimos anos, não vou me inscrever. Semestre passado fiz essa disciplina – Teoria Antropológica Contemporânea – e foi fantástico. Outras matérias também foram legais, como a de redes sociais. Conheci um bucado de gente por lá e aprendi bastante. Tentei mestrado na comunicação e na ciência da informação sem sucesso.

Agora vou caminhar em direção a essa mitologia contemporânea, investindo no design de interação. Profissão do futuro? Sei lá, acho que já fazia isso quando escrevia pra Geek, metabolizava as pirações que rolavam na lista metáfora, tocava idéia com nerds absolutos que bebiam Udemberg e piravam em sistemas e, de alguma forma, conseguia traduzir o tecnicês para leigxs. De fato, agora trata-se de um upgrade. Parece algo que buscava nos cursos de sistemas da informação há seis anos, mas que simplesmente não exisitia.

E tem uma turma muito boa no corpo docente do curso. A coordenadora é a Simone Nogueira, que conheci na época do lançamento do Futuros Imaginários, pois ela foi aluna do Barbrook. Além dela também tem o Koji, que conheço de outros carnavais e o Fernando Rabello, daquele projeto com os espanhóis e dos bricolabs. Vai ser muito bom. E o melhor é que com o título da pós, ano que vem já posso dar aula :-)
E pra inspirar tem o post do usabilidoido sobre design orientado a gambiarras.

“A gambiarra é, sem dúvida, uma prática política. Tal política pode se dar não apenas enquanto ativismo (ou ferramenta de suporte para ele), mas porque a própria prática da gambiarra implica uma afirmação política. E, consciente ou não, em muitos momentos, a gambiarra pode negar a lógica produtiva capitalista, sanar uma falta, uma deficiência, uma precariedade, reinventar a produção, utopicamente vislumbrar um novo mundo, uma revolução, ou simplesmente tentar curar certas feridas abertas do sistema, trazer conforto ou voz a quem são negados. A gambiarra é ela mesma uma voz, um grito de liberdade, de protesto ou, simplesmente, de existência, de afirmação de uma criatividade inata”. Ricardo Rosas.

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