Entrevista para Luiz Carlos Pinto

Entrevista para Luiz Carlos Pinto – Final de 2008, o Lula, me procurou para conversar sobre minha experiência na cultura digital para sua tese de doutorado, intitulada “Ações coletivas com mídias livres: uma interpretação gramsciana de seu programa político”, que deve virar livro. Marcamos um skype e falamos por quase uma hora (eu falei mais!).

Na primeira parte, falamos sobre o histórico de minha atuação na área, desde os tempos de Indymedia Brasil, em 2001, até a Teia de 2008.

Inclusão digital, ativismo, tecnologia, pontos de cultura, política, comunicação, feminismo, democracia, radicalismo, software livre, gênero foram outros temas.

Confira: Parte 1 | Parte 2
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Subtropicalismo ainda que tardia

Tô indo pra 7ª edição do festival Submidialogia — subtropicalismo ainda que tardia. O evento ocorrerá em Paranaguá (PR/Brasil) entre os dias 04 a 08 de setembro de 2010 com o objetivo de promover mais uma vez o encontro de alta complexidade simbólica entre culturas populares e cibercultura; no caso a lutheria da casa Mandicuera e o hacking politico e gambiarras truquenológicas de orquestra organismo, panetone, chgp, habib, fabib, entre outrxs.

O evento financiado pela maior indústria petrolífera do país ocorre justamente em um local onde as pessoas vivem as consequencias (e delírios) derivados de um acidente ambiental operado pela instituição finaciadora.

Interessante notar como as gerações registraram o ocorrido na composição “Moda do peixe morto” abaixo interpretada;

Bricolando: Ser & Estar + Linguagem inclusiva

Notei que tem muita gente acessando a página sobre do blogue e lá tem destaque para apressadxs e para interesadxs.
Linguagem inclusiva causa estranhamento mesmo, não tem como não reagir ou notar algo de diferente. Aí as pessoas pensam, “eita! erro de digitação” ao lerem apressadxs, mas logo na sequência tem outro xis ocupando o lugar dos artigos de gênero o e a.
No latim tem uma conjugação neutra além do masculino/feminino.
O xis é uma opção bem relacionada a teoria queer, que discute o binarismo da biologia científica e questiona o ser pelo estar (to be). O bacana é que o questionamento parte de uma academia na qual o ser e estar é outsider, pois nas línguas anglo saxônicas o to be designa tanto ser como estar. E se você parar para pensar há uma diferença enorme!

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