Bienal Brasileira de Design em BH

Bienal Brasileira de Design em BH

A última semana da IV Bienal Brasileira de Design contou com dois Seminários cujo conteúdo colaborou diretamente com o processo e a proposta metodológica do Movimento Minas, foram eles: Seminário Internacional de Economia Criativa e Design, dias 22 e 23/10 e Seminário Design & Emoção, no dia 26/10.

O primeiro deles por tratar exatamente do processo de cocriação da economia criativa, que está em desenvolvimento desde agosto de 2012. O segundo por tratar sobre como projetar coisas, objetos e/ou serviços memoráveis, fatores essenciais para a prototipação de políticas públicas que o Movimento Minas se propõe. Continuar lendo “Bienal Brasileira de Design em BH”

Economia Criativa no Movimento Minas

Há dois meses estou absolutamente imersa no tema da Economia Criativa no Movimento Minas, o que tem sido muito interessante e feito com que me lembrasse dos tempos da Cultura Digital no Ministério da Cultura.

De fato e curiosamente – já que não acredito em coincidências – a primeira vez em que estive com o então Ministro Gilberto Gil e encontrei pessoalmente o José Murilo, conhecido da lista Metáfora, foi no Fórum Internacional de Indústrias Criativas em 2005, quando morava em Salvador.

Hoje iniciamos o desafio de gerar colaboração em rede justamente com a proposta de articulação (que me remete à lista articuladores, que fortaleceu princípios da cultura livre no Programa Cultura Viva) a partir da seguinte pergunta: Qual é a sua ideia para integrar pessoas, negócios e iniciativas criativas em Minas?

duas questões importantes e inovadoras na abordagem do Movimento Minas: a primeira delas é que temos um órgão governamental disposto a prototipar e testar políticas públicas, utilizando-se da metodologia do Design Thinking. A segunda é o olhar integrado para a diversidade e singularidade – o “glocal” – ao tratar a Economia Criativa não por setores, como os ingleses que definiram 13 caixinhas, mas como áreas do conhecimento e profissionais interdisciplinares.

E como diriam há dez anos, vamos que vamos!