Trampando de ponta a ponta

Quem me conhece sabe que adoro participar de oficinas e gerar processos de compartilhamento de conhecimento. É sempre um processo muito enriquecedor de interação direta que abre novas perspectivas, pois ao ensinar o pouco que sei de algo acabo aprendendo um monte com o pessoal que participa da atividade.

A experiência anterior de oficina rapidona/horas aula abstratas – em Aldeia Velha com os pataxós bailux metarecilceirxs – foi simplesmente inesquecível. Muito grata pela oportunidade de expandir a experiência metarecicleira.

Dezembro simboliza a pausa de uma maratona que começou em junho no Núcleo Amigo do Professor, do Plug Minas. Foi um processo confuso que caminhou para a articulação de várixs parecirxs e suas PJs, umas com sucesso, outras nem tanto, e minha carteira assinada pela Martins Pereira Consultoria.

Outubro e novembro foram meses intensos com oito oficinas e dois seminários que foram viabilizados por essa parceria público privada (PPP), formato diferente do que trabalhei nos últimos cinco anos no MinC.

As oficinas tinham um público com o qual ainda não havia trabalhado: professores da rede pública do ensino de Minas Gerais. As quatro propostas complementares de oficinas foram extremamente marcantes devido ao fato de que ao invés de trabalhar com jovens estava dialogando com outrxs educadores.

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