Bricolando: Ser & Estar + Linguagem inclusiva

Notei que tem muita gente acessando a página sobre do blogue e lá tem destaque para apressadxs e para interesadxs.
Linguagem inclusiva causa estranhamento mesmo, não tem como não reagir ou notar algo de diferente. Aí as pessoas pensam, “eita! erro de digitação” ao lerem apressadxs, mas logo na sequência tem outro xis ocupando o lugar dos artigos de gênero o e a.
No latim tem uma conjugação neutra além do masculino/feminino.
O xis é uma opção bem relacionada a teoria queer, que discute o binarismo da biologia científica e questiona o ser pelo estar (to be). O bacana é que o questionamento parte de uma academia na qual o ser e estar é outsider, pois nas línguas anglo saxônicas o to be designa tanto ser como estar. E se você parar para pensar há uma diferença enorme!

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Primeiros passos (para inovação)

Curitiba tava frio, mas tava bom demais! Fogueira pra esquentar o esqueleto e tainha assada, cama quentinha e muita coisa diferente. A cidade realmente tem uma estética bem peculiar, seja pelos tubos (que são ótimos para proteger da chuva, frio e vento), pelos táxis laranjas, mas também pela disposição das ruas, o fluxo de pessoas, carros e bicicletas. Confesso que tinha até certo fetiche dos anos 90 de pegar ônibus em Curitiba. E fomos, de mala e cuia!

Foi a primeira vez que viajei com as crianças para algo envolvendo trabalho e, devido ao ambiente do e/ou e da turma de amigxs presentes, rolou tudo ótimo. O Encontro do Estúdio Livre foi muito produtivo e saímos com uma proposta bastante interessante e inovadora que foi enviada ao edital de Cultura Digital do Minc e tudo a ver com o Simpósio Internacional de Acervos Digitais.

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Movimentações

Não é lá muita surpresa que adoro desafios, coisas instigantes, novidades e ainda tenho uma quedinha pelo risco… Depois que tive as crianças, as viagens foram as experiências que mais proporcionaram este tipo de emoção e, como tenho contatos e trampos pelo mundo afora, isso tornou-se a fuga perfeita da rotina. Viajar e fazer dinheiro. Muito prático e divertido.

Por outro lado, tem todo o movimento de voltar a estudar, que tô levando super a sério na pós de Design de Interação. Super upgrade. Isso tudo ao mesmo tempo em que decidi colocar mais as crianças na roda e nas viagens, incluindo-as no pacote dos trampos e consultorias. Afinal sou três há cinco anos 🙂

O lance foi que tinha encontro do Estúdio Livre, proposta de oficina no Bailux em Arraial e eventão com espaço para gênero e tecnologia em Santarém, todos convites/trampos pra mesma época.

E semana passada finalmente conheci Fortaleza, e em uma ocasião super especial da Teia 2010! Tinha vontade de conhecer a capital do Ceará desde o Anti-Bid em 2002! Muito tempo mesmo. Uma turma massa anarquista local. E pra mineirx tudo é melhor com praia…. Ainda mais política!
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